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Erro crucial desmascara Polícia Federal e abre brecha para ser usado pela defesa de Bolsonaro

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Uma análise feita pelo advogado e especialista em direito e processo penal Matheus Milanez mostrou um novo caminho para a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Caso das joias.

Segundo ele, o erro numeral admitido pela Polícia Federal no relatório das joias – de que as supostas vendas teria movimentado R$ 25,2 milhões e depois corrigiu a quantia chegando no valor final de R$ 6,8 milhões – “apresenta uma fragilidade nas informações apresentadas”.

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“Isso pode ser usado pela defesa e pelo Ministério Público”, disse.

O próprio Bolsonaro foi às redes criticar:“Aguardemos muitas outras correções”.

Recentemente, Polícia Federal mentiu em relatório sobre Bolsonaro:

A Polícia Federal (PF) retificou o valor supostamente desviado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso das joias sauditas.

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Inicialmente, a PF havia mencionado o valor de R$ 25.298.083,73.

O sigilo do caso das joias sauditas foi retirado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (8).

Segundo a PF, o grupo que atuou na venda das peças milionárias, recebidas como presente por Bolsonaro, teria supostamente ‘agido para enriquecimento ilícito do ex-presidente’, é o que diz a Polícia comprada.

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O valor total da operação é de US$ 1.227.725,12 ou R$ 6.826.151,661. Valor ainda suspeito, visto que o chefe da Polícia Federal é o braço do governo Lula, que tem o poder de facilmente adulterar números e incriminar adversários políticos.

Jair Bolsonaro é um político íntegro, não é viável que de fato, uma operação deste tamanho tenha encontrado um suposto ‘desvio’ de milhões. Tal investigação precisa ser apurada.