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Senador faz grave revelação sobre presos políticos e população se revolta

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) relatou sua recente visita a Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, ocorrida na segunda-feira passada, dia 1º de julho de 2024, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Silvinei foi preso em agosto de 2023 sob acusação de usar a PRF para influenciar o segundo turno das eleições presidenciais de 2022. A visita foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

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Durante a visita, o senador expressou preocupação com a saúde de Silvinei, descrevendo-o como debilitado e demonstrando sinais de depressão. Girão criticou a prisão de Silvinei como sendo uma “injustiça cruel e arbitrária”, além de condenar o que chamou de “inversão de valores”.

Ele também acusou os ministros do STF de abusos de autoridade e lamentou a falta de ação do Senado em cumprir seu dever constitucional de julgar o impeachment de membros do Supremo.

Girão fez críticas ao inquérito de 8 de Janeiro, classificando-o como um festival de injustiças e arbitrariedades que tenta sustentar a narrativa absurda de que pessoas que carregam bandeiras do Brasil e a Bíblia seriam ameaças terroristas capazes de derrubar um governo ou destituir um tribunal em pleno domingo.

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Ele afirmou que isso poderia ser enredo de uma comédia, mas na realidade é uma tragédia.

Além disso, o senador mencionou o caso de Débora Rodrigues dos Santos, detida na Penitenciária Feminina do Distrito Federal há um ano e três meses por pichar uma estátua do STF em 8 de janeiro. Segundo Girão, Débora enfrenta acusações graves, incluindo tentativa de subverter violentamente o Estado democrático de direito e associação criminosa.

“Um único homem, sem legitimidade popular, está atacando frontalmente o Estado democrático de direito, com a conivência silenciosa de parte expressiva da grande mídia brasileira e a omissão do Senado Federal em abrir um processo de impeachment. Até quando esta Casa vai tolerar tantas injustiças graves, sendo humilhada dia após dia?”, questionou o senador.

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