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Pessoas feias tendem a ser de esquerda, aponta nova pesquisa

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Segundo um estudo elaborado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, pessoas que se sentem “pouco atraentes”, ou seja, feias,  estão mais propensas a apoiar movimentos políticos de esquerda.

A condução da pesquisa, realizada pela professora Margaret Neale e o doutorando Peter Belmi, pediu para que os alunos autoavaliassem suas capacidades de atração física.

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Depois, todos os alunos, tanto feios, quanto bonitos, foram levados a assistir a um documentário curto sobre o “Occupy”, aquele movimento que ocupou as ruas de Nova York em 2011 e que dizia protestar sobre a “desigualdade econômica” nos Estados Unidos.

Resultados

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A percepção da própria beleza física possui um efeito maior sobre a mentalidade humana do que se suspeitava anteriormente. Quando perguntados se doariam um bilhete de loteria de US$ 50 para o movimento, aqueles que sentem menos atraentes foram duas vezes mais propensos a doarem.

Neale e Belmi revelaram que aqueles que se sentem mais bonitos tendem a acreditar que pertencem a uma classe social mais elevada e creem que hierarquias são uma forma legítima de organização da sociedade civil.

Explicando melhor: se você é (ou se acha) atraente, você tende a se identificar com uma classe social mais elevada e entende que hierarquia é uma forma legítima de organização na sociedade.

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Ou seja, você tende a respeitar família, Igreja, organização empresarial, professores, enfim, você trabalha, estuda, forma família e transmite esses valores aos filhos, pois você FAZ PARTE disso. Enquanto um “pouca feição” tende a ser mais revolucionário.

Empiricamente, é possível entender que alguém feio se sente dispensado da sociedade (relacionamento, amigos, trabalho, etc) e busca, por esse motivo, contestar esse tipo de organização interpessoal.