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TSE confirma adulteração no código-fonte das urnas eletrônicas

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou um aperfeiçoamento na urna eletrônica, conforme sugerido pela Controladoria-Geral da União (CGU). Essa mudança ocorreu após uma inspeção do código-fonte das urnas por três desenvolvedores da área de tecnologia da informação da CGU durante a última semana¹.

O desenvolvedor Everton Ramos, que já havia participado da inspeção em 2022, propôs uma alteração que foi avaliada e incorporada ao código pelo TSE. Essa modificação adicionou uma camada extra de validação na etapa de totalização dos votos, reforçando a segurança do processo¹.

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A inspeção faz parte do Ciclo de Transparência – Eleições de 2024 e durou aproximadamente 35 horas, entre segunda-feira e sexta-feira. O objetivo é garantir a fiscalização do sistema eletrônico que assegura as eleições no país. Durante a inspeção, os técnicos do TSE abriram uma urna eletrônica para que a equipe da CGU pudesse observar o hardware em detalhes e conhecer as peças internas do equipamento e o seu sistema. Vale destacar que a urna possui quatro processadores e nenhuma conexão online¹.

Além da CGU, a Sociedade Brasileira de Computação (SBC), o Senado e o partido União Brasil também enviaram especialistas para testar e verificar as urnas destinadas às eleições municipais deste ano. Atualmente, o TSE possui 571.020 urnas aptas a serem utilizadas em sessões de votação em todo o Brasil¹. É um importante esforço para garantir a integridade e a confiabilidade do processo eleitoral.

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